Assessoria de Imprensa
Presença editorial construída com pauta própria e relacionamento contínuo, não menção avulsa.
O que é assessoria de imprensa estratégica?
Assessoria de imprensa estratégica é a construção de presença editorial nos veículos que a audiência de decisão realmente lê.
O objetivo não é volume de menção. É reputação verificável: pauta própria, porta-voz preparado e continuidade, de forma que a empresa apareça associada a um tema, e não a um release avulso.
O problema
A empresa aparece na imprensa quando o jornalista precisa de alguém do setor, e some do resto do ano.
Menção não é reputação. Uma citação solta em matéria de terceiro rende tráfego por uma semana e não muda o que o mercado pensa da empresa no mês seguinte.
Sem pauta própria, a empresa entra na conversa como coadjuvante. Quem define o ângulo define quem é protagonista, e responder à agenda alheia é aceitar o papel que sobrou.
E internamente falta critério. Sem porta-voz preparado e regra de resposta, cada pedido de redação vira decisão individual tomada sob prazo. O risco não é falar errado uma vez. É não saber quem fala.
Redação não publica release. Publica quem tem o que dizer.
O que entrega
Seis frentes-
01
Mapa de veículos e jornalistas Quem de fato cobre o setor, o que cada um publica e em que formato. O mapa vale tanto pelos nomes que traz quanto pelos que deixa de fora.
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02
Agenda de pautas próprias O calendário do que a empresa tem a dizer, ligado ao ciclo do negócio e ao que a redação está procurando naquele momento.
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03
Preparação de porta-voz Treino de entrevista com as perguntas difíceis feitas antes, para a resposta existir fora do improviso e do medo.
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04
Material pronto para redação Release, dados, imagens e biografia no formato que o jornalista usa. Matéria que trava por falta de material não sai.
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05
Relacionamento contínuo Contato regular com a redação fora do pedido de publicação. Confiança se constrói antes de precisar dela.
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06
Protocolo de crise O que se responde, quem responde e em quanto tempo, decidido em dia calmo. Crise não é hora de inventar processo.
Como funciona
Programa contínuo, revisão trimestralSinais de que você precisa disso
Marque os que reconhecer. Três ou mais, e falta pauta própria, não verba de mídia.
{{ sinaisCount }} de 6 marcadosVocê tem o perfil. Vale uma conversa.
Solicitar diagnósticoPara quem
Empresas com dado, história ou opinião de valor para o setor, e sem estrutura interna de relações com imprensa.
Funciona melhor quando existe alguém na liderança disposto a falar em nome da marca com regularidade, inclusive sobre o que é desconfortável. Costuma funcionar mal quando a expectativa é resultado em semanas ou publicação garantida por pauta enviada.
O que não é
- Não é mídia paga. Espaço comprado é anúncio, e o leitor sabe disso. O que se busca aqui é o espaço que a redação decide dar.
- Não é garantia de publicação. Nenhuma assessoria honesta promete saída. O que se controla é a qualidade da pauta e a força da relação com quem decide.
- Não é clipping. Relatório de menções mede volume. Aqui se acompanha em que veículo, em que contexto e dizendo o quê.
- Não é gestão de redes sociais. Imprensa é conversa com jornalista. Canal próprio tem outra lógica e é tratado em outro serviço.