Filtros Brasil
Como transformamos uma indústria tradicional em uma marca presente em toda a jornada, da fábrica ao consumidor final.
Não apenas uma nova comunicação. Um ecossistema capaz de integrar marca, cultura, conteúdo, digital, relacionamento e performance.
Uma indústria consolidada em um mercado técnico e altamente competitivo.
A Filtros Brasil é a maior fabricante de filtros de cabine da América Latina, com atuação nacional e internacional. Uma operação desse porte carrega desafios próprios: o produto é técnico, o portfólio é amplo e a decisão de compra pode passar por diferentes mãos.
O marketing industrial costuma concentrar a comunicação no produto: aplicação, compatibilidade, desempenho, especificação, preço. Quando todas as empresas comunicam apenas atributos técnicos, a percepção se nivela. O produto aparece e a marca desaparece.
Nosso desafio foi construir uma comunicação mais humana, próxima e reconhecível sem comprometer a clareza exigida pela categoria. A marca precisava continuar ajudando o público a encontrar o filtro correto, mas também criar razões para ser lembrada, indicada e escolhida.
O produto entrega a função. A marca constrói a preferência.
Uma marca não é 360 porque está em todos os canais.
É 360 quando todos os canais trabalham para construir a mesma percepção. Site sem posicionamento é apenas plataforma. Conteúdo sem identidade é apenas publicação. Campanha sem continuidade é apenas ação. CRM sem linguagem de marca é apenas automação.
A Filtros Brasil precisava existir com coerência em toda a cadeia. Cada público possui uma necessidade, cada canal exige uma linguagem, mas a marca precisa continuar sendo uma só.
- 01 Fábrica
- 02 Colaboradores
- 03 Representantes
- 04 Distribuidores
- 05 Aplicadores e mecânicos
- 06 Consumidor final
Quando o nome da empresa se transforma em pertencimento.
O nome criou uma forma própria de representar quem faz parte do universo Filtros Brasil: colaboradores, representantes, parceiros e clientes. A comunidade não funciona apenas como assinatura de campanha. Ela cria uma linguagem de pertencimento.
Uma maneira de dizer: eu faço parte. Essa mudança transforma a relação com a empresa. De público para comunidade. De contato para vínculo. De participante para representante da marca.
Nenhuma marca se sustenta externamente se não fizer sentido para quem a vive todos os dias.
A construção passou pela comunicação interna: endomarketing, integração com o RH, campanhas, comunicados, datas especiais, reconhecimento e materiais para colaboradores. Colaboradores não são apenas receptores de comunicação. São um dos principais pontos de contato da marca.
Uniformes, eventos e brindes levaram a identidade para o ambiente operacional, comercial e institucional. Quando diferentes áreas compartilham os mesmos códigos visuais, a marca ganha unidade no espaço físico e passa a circular com as pessoas.
A marca precisava funcionar onde o mercado realmente acontece.
Eventos aproximam públicos que, durante grande parte do ano, se relacionam por canais digitais ou comerciais. Identidade, estande, equipe, brindes, registros e conteúdo foram integrados ao sistema 360. O evento não termina quando as portas fecham.
O setor automotivo continua utilizando intensamente materiais físicos: catálogos, tabelas, displays, embalagens e comunicação em ponto de venda. Para representantes e aplicadores, muitas vezes são eles que acompanham a decisão. A marca muda de suporte, não de identidade.
Encontrar o produto certo também é uma experiência de marca.
O usuário pode procurar por código, modelo, montadora, veículo, aplicação ou categoria. Quando essa busca é difícil, toda a percepção da experiência é prejudicada. O gerenciamento da Super Busca aproximou a estrutura técnica do portfólio da necessidade prática do usuário. Uma boa marca não apenas comunica bem. Ela facilita.
O catálogo digital levou mais de 390 produtos para um ambiente navegável: cabine, ar, óleo, combustível. Organizar esse volume de informação também é branding, porque clareza e confiança participam da experiência. O usuário não separa a marca da plataforma.
Da publicação de produtos para a construção contínua de marca.
Lançamentos, dicas, conteúdo técnico, campanhas, datas especiais, bastidores, pessoas, eventos e comunidade. A função do social não era apenas manter frequência. Era construir familiaridade.
Cada conteúdo precisava contribuir para que a marca fosse percebida como técnica, acessível, atual, próxima e presente no setor. A newsletter criou um canal direto: enquanto as redes ampliam alcance, ela fortalece continuidade.
Cada frente possui uma função. Todas fortalecem a mesma marca.
Quando essas áreas trabalham desconectadas, o público percebe fragmentação. Quando atuam juntas, a marca ganha força acumulada.
Quando os pontos de contato começam a trabalhar juntos.
Em 2023, a Filtros Brasil alcançou recorde em vendas. O resultado pertence ao conjunto da operação e não pode ser atribuído isoladamente a uma ação de comunicação, mas aconteceu em um contexto de integração entre marca, cultura, digital, conteúdo, tecnologia, performance e expansão comercial. O projeto também fortaleceu a comunidade éFBe e acompanhou a chegada a representantes em todos os estados brasileiros.
Da comunicação industrial para um ecossistema de marca.
- Branding 360
- Refresh de posicionamento
- Rebranding
- Endomarketing
- Comunicação interna
- Social media
- Newsletter
- Foto e vídeo
- Mídia off
- Eventos
- Uniformes
- Brindes
- Web manager
- Gestão da Super Busca
- Gestão de lançamentos
- Catálogo digital
- Blog marketing
- Inbound marketing
- E-books
- Landing pages
- E-mail marketing
- SEO e ranqueamento
- Mídia paga
- Automação de CRM
- Chatbots
- Integração com WhatsApp
Da fábrica ao consumidor. Do posicionamento à performance. Uma marca presente por inteiro.
Falar com a HolyPerguntas diretas
FAQO que é branding 360?
Não é estar em todos os canais. É fazer cada frente, posicionamento, cultura, conteúdo, digital, CRM e performance, trabalhar a favor da mesma percepção de marca.
O que a Holy Brands entregou para a Filtros Brasil?
Posicionamento, rebranding, a comunidade éFBe, trabalho de cultura interna, conteúdo, presença digital, CRM e performance, da fábrica ao consumidor final.
Por que começar pela cultura interna?
Porque nenhuma marca se sustenta externamente se não fizer sentido para quem a vive todos os dias. Quem está dentro é o primeiro público.