Case Grupo MB | Engenharia com propósito · Holy Brands
HOLY

Case Grupo MB · Branding e Social

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HOLY B R A N D S
Grupo MB Engenharia com propósito

Transformando engenharia em marca, conteúdo e autoridade

Como branding, social media, design e Founder-Led Brand ajudaram a transformar mais de 20 anos de expertise industrial em uma presença de marca mais técnica, humana e reconhecível.

Branding · Design · Social Media · Founder-Led Brand

Especialista em soluções para ventilação natural, iluminação natural e segurança em ambientes industriais.

Post do Grupo MB no Instagram comparando veneziana industrial de PVC e de policarbonato Reels com o CEO Guilherme May Lima sobre o que existe por trás de mais de dois mil projetos
Cliente Grupo MB
Segmento Soluções para edificações industriais
Essência Qualidade superior com inteligência de projeto e propósito
Natureza Branding, social media e Founder-Led Brand
H01 · O contexto

Havia valor. Muito valor. Faltava percepção.

Existem empresas que precisam criar uma história. E existem empresas que já possuem uma grande história, produtos consolidados, conhecimento técnico e décadas de experiência, mas ainda não conseguiram transformar todo esse patrimônio em percepção de marca.

O Grupo MB estava mais próximo do segundo cenário. A empresa já carregava uma trajetória sólida, conhecimento de engenharia, capacidade de personalização, projetos realizados e um importante legado familiar.

O desafio era fazer esse valor ser percebido antes mesmo de uma reunião comercial, de uma proposta ou de uma visita técnica.

A pergunta que abriu o projeto

“Que marca o Grupo MB precisa se tornar para ocupar o espaço que sua capacidade técnica já permite ocupar?”

Branding, design, conteúdo, social media, produto, engenharia e liderança precisavam deixar de funcionar como elementos separados. Precisavam construir uma única percepção.

H02 · O desafio

Explicar produto não é construir marca.

Mercados industriais possuem uma característica particular. As empresas normalmente sabem explicar muito bem aquilo que fabricam: características, materiais, dimensões, modelos, capacidade, aplicações e especificações. Tudo isso é fundamental.

O Grupo MB não poderia ser percebido apenas como uma empresa que comercializa Lanternins, Venezianas Industriais, Domus, sistemas de gerenciamento de iluminação ou Linha de Vida. Esses produtos são importantes, mas a verdadeira vantagem estava em uma camada anterior: a inteligência utilizada para entender o problema, dimensionar a solução e aplicá-la corretamente.

Sair de Fornecedor de produtos industriais
Avançar para Parceiro técnico capaz de apoiar decisões sobre o desempenho da edificação industrial

Engenharia com propósito: uma ideia capaz de unir excelência técnica e impacto humano.

Ventilação Não é somente movimentação de ar. Interfere nas condições de uma fábrica.
Iluminação natural Não é somente entrada de luz. Interfere na eficiência energética e no conforto visual.
Segurança Não é somente atendimento a uma exigência. Envolve pessoas.
Retrofit Significa entender quanto desempenho ainda pode ser extraído de uma estrutura existente.
H03 · Plataforma de marca

O branding passou a funcionar como um sistema de decisão.

Para que a comunicação tivesse consistência, era necessário definir aquilo que deveria permanecer igual independentemente do formato, canal ou campanha.

Essas definições começaram a orientar decisões muito práticas: como escrever, o que publicar, que imagens utilizar, como explicar um produto, que assuntos deveriam ser defendidos pelo CEO e que tipo de percepção cada ponto de contato deveria construir.

Essência

Qualidade superior com inteligência de projeto e propósito.

Propósito

Transformar ambientes industriais em espaços mais eficientes, seguros e humanos.

Personalidade
Técnica Confiável Acessível Comprometida Ambição de inovação
Arquétipos

Prestativo ocupa o centro: uma marca que utiliza seu conhecimento para resolver problemas concretos.

Cuidador adiciona a dimensão humana: eficiência importa, mas as pessoas que ocupam esses ambientes também importam.

Criador representa a visão de futuro: inovação, desenvolvimento e novas formas de aplicar engenharia.

H04 · Território verbal

Marcas fortes desenvolvem um repertório reconhecível.

Elas não dependem apenas do logotipo para serem identificadas. Repetem ideias, criam conceitos, defendem pontos de vista e constroem uma linguagem. No Grupo MB, começamos a desenvolver esse território também no vocabulário.

Engenharia com propósito Retrofit inteligente Obras vivas Soluções que respiram Performance operacional Bem-estar industrial Legado técnico-familiar Engenharia aplicada

Mais do que frases de efeito, essas expressões ajudam a organizar a forma como a empresa interpreta o próprio mercado, reduzindo a dependência de uma comunicação industrial genérica.

H05 · Design como posicionamento

O conteúdo precisava parecer tão preciso quanto a engenharia que representava.

Nas redes sociais, o design normalmente chega antes do argumento. Antes de alguém ler sobre CFD, dimensionamento ou ventilação natural, ela vê cor, imagem, tipografia, hierarquia, composição e ritmo. É nesse primeiro segundo que uma parte importante da percepção já começa a ser formada.

Laranja · patrimônio

O laranja continuou sendo patrimônio da marca

Em vez de romper com códigos já reconhecidos, o laranja ganhou função mais estratégica: energia, destaque, movimento, inovação e autoridade. Refresh não significa apagar história. Significa utilizar aquilo que já possui valor e fazê-lo trabalhar melhor.

Verde · ampliação

O verde ampliou o universo semântico

Os tons de verde passaram a dialogar com eficiência, sustentabilidade, segurança, retrofit e evolução de ambientes industriais. O sistema ganhou mais possibilidades sem perder coerência.

Neutros · respiro

Cinzas e brancos trouxeram espaço para a informação respirar

Conteúdo industrial pode se tornar visualmente pesado. Se tudo compete por atenção, nada ganha prioridade. Em vez de tentar preencher todos os espaços, o design começou a utilizar o vazio como ferramenta.

Tipografia

Neue Montreal: técnica sem parecer burocrática

Ela carrega a racionalidade necessária para uma empresa de engenharia, sem conduzir a marca para uma estética excessivamente rígida. Engenharia e contemporaneidade. Autoridade e acessibilidade. Precisão e clareza.

H06 · Gramática visual

Reconhecer um conteúdo MB antes de encontrar o logotipo.

Além da paleta e da tipografia, construímos recursos capazes de aumentar reconhecimento e flexibilidade: gradientes, elementos gráficos, patterns, ícones, linhas e recortes.

Assim como determinadas palavras ajudam a reconhecer o tom de uma marca, determinados elementos gráficos ajudam o usuário a reconhecer um conteúdo MB. Reconhecimento visual consistente reduz a sensação de que cada publicação pertence a uma campanha diferente.

Variações do símbolo do Grupo MB em contorno, cinza, laranja e verde Elementos gráficos do sistema: recortes técnicos, patterns diagonais e formas com gradiente laranja
H07 · Um sistema, não um template

Consistência sem monotonia.

Um template rígido rapidamente transforma um feed em uma sequência previsível. Um sistema visual estabelece regras, mas permite variações. Cards únicos podem ser mais impactantes, conteúdos técnicos podem utilizar diagramas, carrosséis podem trabalhar ritmo editorial, cases podem priorizar fotografias. Tudo pode mudar de composição, mas continua carregando o mesmo DNA.

Carrossel do Domus Linealight: capa, explicação do sistema, benefícios técnicos e chamada final Card único com engenheiro em obra e o símbolo da marca em marca d'água

A fotografia deixou de ser apenas ilustrativa

Em um mercado industrial, uma das maiores fontes de credibilidade visual está na própria operação: fábricas, obras, coberturas, produtos instalados, detalhes de execução, engenheiros e equipe em campo. Uma boa fotografia de obra pode provar escala. Um detalhe pode comunicar precisão. Uma imagem de antes e depois pode transformar uma explicação sobre retrofit.

Informação técnica virou matéria-prima visual

Ventilação, fluxo de ar, dimensionamento, CFD, luminosidade e eficiência energética são assuntos com alto potencial de autoridade, mas difíceis de consumir nas redes. Setas, fluxos, comparativos, zoom técnico, diagramas simplificados, antes e depois e destaques numéricos passaram a ajudar a explicar engenharia.

H08 · Territórios editoriais

Social media como autoridade, não como catálogo.

O objetivo era fazer de Instagram e LinkedIn uma extensão da capacidade consultiva do Grupo MB. O produto continua presente, mas não necessariamente como protagonista de toda publicação.

Em vez de simplesmente mostrar um Lanternim, podemos discutir por que o ar quente se acumula e quais condições permitem sua saída pela cobertura. O produto deixa de ser o assunto e se torna evidência da capacidade técnica da empresa.

01

Engenharia Aplicada

Dimensionamento, CFD, BIM, ventilação, iluminação, materiais, normas e comparações técnicas. O objetivo não é simplificar até perder profundidade. É tornar conhecimento complexo claro o suficiente para ser utilizado.

02

Retrofit na Prática

A conversa começa por uma pergunta de negócio: quanto desempenho ainda pode ser extraído da estrutura existente? Em vez de tratar retrofit como reforma, a estratégia o posiciona como decisão precedida por diagnóstico. Primeiro entender, depois intervir.

03

Produto com Propósito

Aleta, material, tela, perfil, policarbonato, sistema de vedação, formato, automação. Um detalhe construtivo pode parecer pequeno, mas muitas vezes é ele que explica durabilidade, desempenho e adequação ao projeto.

04

Humanização Industrial

A indústria é feita de estruturas, mas é construída por pessoas. Equipe, engenharia, comercial, obra, eventos, bastidores e clientes ajudam a resolver um desafio importante de marcas técnicas: ter autoridade sem parecer distante.

H09 · Founder-Led Brand

Transformar liderança em mídia.

Uma marca industrial pode possuir décadas de história e ainda permanecer sem rosto. A empresa nasce de um legado familiar, e Guilherme May Lima, atual CEO, representa a continuidade dessa história e, ao mesmo tempo, sua próxima fase.

Existe uma diferença enorme entre exposição e posicionamento. O objetivo nunca foi fazer Guilherme aparecer por aparecer. Sua presença precisava ter uma função. Um CEO consegue comunicar algo que um perfil institucional dificilmente comunica da mesma forma: convicção.

Uma marca institucional explica o que uma empresa faz. Uma liderança explica por que aquilo importa.

Grupo MB Fala enquanto empresa Apresenta soluções, ensina engenharia, mostra obras, apresenta cases, comunica produtos e constrói confiança institucional.
Guilherme May Lima Fala enquanto liderança Compartilha visão, contextualiza tendências, mostra bastidores de decisões, fala sobre cultura, expõe convicções e humaniza o negócio.

As duas vozes não competem. Elas se complementam. E o sistema visual acompanha essa diferença: um conteúdo de produto pode precisar de esquemas e diagramas, enquanto um conteúdo de liderança precisa de espaço para a pessoa. Menos elementos, mais presença.

H10 · De feed para ecossistema

A operação alimenta a comunicação. A comunicação aumenta o valor da operação.

Conhecimento, engenharia, experiência comercial, anos de obras, dúvidas de clientes e objeções passaram a ser tratados como matéria-prima editorial. Uma pergunta recebida em um orçamento pode virar post. Uma situação encontrada em obra pode virar case. Uma conversa com Guilherme pode virar Founder-Led Content.

Também abandonamos a ideia de uma audiência única. Engenheiros, arquitetos, projetistas, orçamentistas, construtoras, gestores de fábrica, Segurança do Trabalho e diretoria entram na decisão com perguntas diferentes. Passamos a adaptar temas, profundidade, argumentos e CTAs conforme persona, projeto e estágio de decisão.

  1. 01Branding cria percepção
  2. 02Design cria reconhecimento e organiza a mensagem
  3. 03Conteúdo transforma conhecimento em autoridade
  4. 04Social distribui e cria relacionamento
  5. 05Founder-Led Brand adiciona rosto, visão e confiança
  6. 06Inbound desenvolve o interesse e vendas transformam em oportunidade
H11 · O resultado

Não foi apenas um feed diferente. Foi uma marca mais densa.

  • Uma narrativa mais clara
  • Um território verbal próprio
  • Uma plataforma de marca capaz de orientar decisões
  • Uma linguagem visual mais contemporânea e sistematizada
  • Maior capacidade de transformar temas técnicos em conteúdos consumíveis
  • Linhas editoriais conectadas às dores reais do mercado
  • Um CEO inserido estrategicamente na construção de autoridade

Durante muito tempo, o mercado industrial tratou autoridade como sinônimo de comunicação fria. O trabalho com o Grupo MB parte da premissa oposta. Uma marca pode ser profundamente técnica e ainda ser acessível. Pode ser industrial e sofisticada. Pode utilizar dados e contar histórias. Pode mostrar engenharia e pessoas.

O laranja passou a trabalhar como patrimônio visual. O verde ampliou a narrativa. A Neue Montreal aumentou a contemporaneidade. Patterns e ícones criaram reconhecimento. Fotografia e bastidores aproximaram a marca. E Guilherme trouxe algo que nenhum elemento gráfico conseguiria substituir: uma voz.

O Grupo MB não entrega apenas componentes para uma edificação industrial. Entrega engenharia aplicada para fazer ambientes industriais funcionarem melhor.

Brand as Equity

As marcas mais fortes são aquelas em que estratégia, discurso, design, conteúdo e liderança contam a mesma história.

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Perguntas diretas

FAQ
O que a Holy Brands entregou para o Grupo MB?

Plataforma de marca, território verbal, refresh visual para o ambiente digital, linhas editoriais, social media para Instagram e LinkedIn e uma estratégia de Founder-Led Brand com o CEO Guilherme May Lima.

Founder-Led Brand significa transformar o CEO em influenciador?

Não. Existe uma diferença entre exposição e posicionamento. A presença do CEO tem função: comunicar convicção, visão e decisões que um perfil institucional dificilmente comunica da mesma forma.

Uma marca industrial precisa escolher entre técnica e humana?

Não. Uma marca pode ser profundamente técnica e ainda ser acessível, industrial e sofisticada, usar dados e contar histórias, mostrar engenharia e pessoas.

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